“Instead of just do it, just like it” said Barbara, with the cool and calm acuteness only experienced researchers can pull off. The evidence is becoming increasingly convincing: positive emotion has a measurable impact on our physiological parameters and physical health[1]. Positivity resonance for example, has already been proven to have a casual relationship with cardiac vagal tone (a measure of variability in heart rate associated with respiratory patterns, which reflects the functioning of the vagus nerve)[2].

When we become ill, inflammation in the body urges us to slow down, to be quiet and rest. What is the biology of healthy behaviors then? What needs to happen for us to feel motivated to engage healthy behaviors, like exercising or mindfulness? Barbara Fredrickson points to a very interesting (and pleasurable!) pathway towards health: once we find a way to enjoy the healthy habit we’re trying to implement, we become much more likely to keep engaging it in the future. Positive emotions amplify healthy behaviors and can be “harvested” to create healthy “addictions”.

Do you have a health challenge to tackle? You know what needs to be done, but it didn’t happen yet? Check if you can tune up your positive emotions towards it. Try inviting a friend to join you for example. There are upward spirals waiting to be unleashed.

postWe should care about our daily diet of emotions” advised Barbara, as she wrapped up the lecture. We will do, starting straight away! Meet some this year’s EMAPP students and their rejoicing smiles after this inspiring lecture on April 20th:

Some authors, as Barbara explained[3], have argued that the function of the smile is to express positivity. Others say it is meant evoke positivity or inter-subjectivity. Others have discussed the broadening of collective mindsets and building of collective resources. The latest findings say: all of the above. Smiling benefits the smiler and the receiver of the smile as well, “we are wired to connect”. Don’t you feel connected with us by just looking at our picture?

For those who missed the lecture or are unfamiliar with Barbara Fredrickson, please do take the first opportunity to explore her work. The  website positiveemotions.org includes her extensive list of peer-reviewed publications. A more layman-friendly phrasing can be found on her 2009 book ‘Positivity’, where she explains how positive emotions can help us thrive, as well as the 2013 book ‘Love 2.0’, where she delightfully revolutionizes the concept of Love, presenting it as it emerged from her research and guiding us through new ways to go about it. If you can’t wait any longer, here’s a TEDx talk with a sneak peek of Barbara’s work:

 

Alternatively you can also visit the EMAPP students in Lisbon, who will be happy to welcome you and let you in on all the unpublished secrets we get to learn about upfront, like the preliminary findings of Barbara’s latest work! Lisbon’s EMAPP students are used to being spoiled with lectures from the most amazing teachers!

[1]  Fredrickson, B. L. (2013). Positive emotions broaden and build. In E. Ashby Plant & P.G. Devine (Eds.), Advances on Experimental Social Psychology, 47, 1-53. Burlington: Academic Press.

[2]  Kok, B. E., Coffey, K. A., Cohn, M. A., Catalino, L. I., Vacharkulksemsuk, T., Algoe, S. B., Brantley, M., & Fredrickson, B. L. (2013). How positive emotions build physical health: Perceived positive social connections account for the upward spiral between positive emotions and vagal tone. Psychological Science, 24, 1123-1132.
[3]  Johnson, K. J., Waugh, C. E., & Fredrickson, B. L. (2010). Smile to see the forest: Facially expressed positive emotions broaden cognition. Cognition & Emotion, 24, 299-321.

About The Author: Ana Mina is a passionate Life Coach – her Awe has lead through an adventurously rich professional e personal path, which started on nursing and will end with her dancing tango at 120 years old. You are welcome to find her at www.singularityway.com

‘We Are The Positive Psychology People’

 

Destaques da conferência da Barbara Fredrickson em Lisboa

“Em vez de just do it, just like it” disse Barbara, com a descontraída e calma perspicácia que só um investigador experiente consegue ter. As evidências têm vindo a tornar-se cada vez convincentes: as emoções positivas têm um impacto mensurável nos nossos parâmetros fisiológicos e na nossa saúde física[1]. Já foi provada, por exemplo, uma relação causal entre a ressonância positiva e o tonus vagal cardíaco (uma medida que avalia a variabilidade do ritmo cardíaco associada aos padrões respiratórios, reflectindo o funcionamento do nervo vago)[2].

Quando ficamos doentes a inflamação no corpo pede-nos que abrandemos, que fiquemos quietos e descansemos. Qual será então a biologia dos comportamentos saudáveis? Que precisará acontecer para que nos sintamos motivados para empreender comportamentos saudáveis, como o exercício ou a meditação? Barbara Fredrickson aponta para um caminho muito interessante (e prazeiroso!) em direcção à saúde: assim que encontramos uma maneira de desfrutar do hábito saudável que estamos a tentar implementar, torna-se muito mais provável virmos a repeti-lo no futuro. As emoções positivas amplificam os comportamentos saudáveis e podem ser aproveitadas para criar “dependências” saudáveis.

Tem um desafio de saúde para resolver? Sabe o que deveria ser feito, mas isso ainda não aconteceu? Veja se consegue optimizar as suas emoções positivas em direcção a isso. Tente por exemplo convidar um amigo para se juntar a si. Há espirais ascendentes à espera de serem libertadas.

“Devíamos preocupar-nos com a nossa dieta diária de emoções”, aconselhou a Barbara, já no fim da conferência. Assim faremos, já de seguida! Fique a conhecer alguns dos alunos do EMAPP deste ano e os seus sorrisos de regozijo a seguir a esta inspiradora palestra no dia 20 de Abril:

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[1]    Fredrickson, B. L. (2013). Positive emotions broaden and build. In E. Ashby Plant & P.G. Devine (Eds.), Advances on Experimental Social Psychology, 47, 1-53. Burlington: Academic Press.

[2]    Kok, B. E., Coffey, K. A., Cohn, M. A., Catalino, L. I., Vacharkulksemsuk, T., Algoe, S. B., Brantley, M., & Fredrickson, B. L. (2013). How positive emotions build physical health: Perceived positive social connections account for the upward spiral between positive emotions and vagal tone. Psychological Science, 24, 1123-1132.

 

Alguns autores, explicou a Barbara[1], defenderam que a função do sorriso é a expressão de positividade. Outros afirmam que pretende despoletar positividade no outro ou inter-subjectividade. Outros discutiram a expansão do mindset colectivo e a construção de recursos colectivos. A mais recente investigação mostra que têm todos razão. Sorrir beneficia o sorridente e aquele que recebe o sorriso, “fomos feitos para a conexão”. Não se sentem conectados connosco só de olhar para a nossa fotografia?

Para aqueles que perderam a conferência ou não estão familiarizados com a Barbara Fredrickson, por favor aproveitem a primeira oportunidade para explorar o seu trabalho. O site www.positiveemotions inclui uma extensa lista dos seus artigos publicados e revistos por pares. Um palavreado mais amigo do leitor leigo pode ser encontrado no livro de 2009 traduzido para Português com o título “Positividade”, onde ela explica como as emoções positivas podem ajudar-nos a prosperar, assim como no livro ‘Love 2.0’ de 2013 (ainda sem tradução para Português) onde ela revoluciona deliciosamente o conceito de Amor, apresentando-o como emergiu da sua investigação, e guiando-nos através de novas possibilidade para lidar com ele. Se não conseguir esperar mais, aqui fica uma conferência TEDx com uma amostra do trabalho da Barbara:

Em alternativa também poderá visitar os alunos do EMAPP em Lisboa, que terão todo o prazer em recebe-lo e partilhar os todos segredos ainda por publicar que temos o privilégio de descobrir antecipadamente, como os resultados preliminares do último trabalho da Barbara! Os alunos do EMAPP estão habituados a serem estragados com mimos com conferências dos professores mais extraordinários!

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Sobre a autora: A Ana Mina é uma apaixonada Life Coach – a sua Apreciação da Beleza e da Excelência guiaram-na através de um caminho profissional e pessoal aventureiramente rico, que começou em enfermagem e terminará com ela a dançar tango aos 120 anos de idade. Podem encontrá-la em www.singularityway.com

[3]  Johnson, K. J., Waugh, C. E., & Fredrickson, B. L. (2010). Smile to see the forest: Facially expressed positive emotions broaden cognition. Cognition & Emotion, 24, 299-321

 

 

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